A missão católica na América, analisada pelo Presidente Teodoro Roosevelt

A fé católica inspirou aquela esplêndida floração do tempo dos Reis Católicos, de energias intelectuais e morais mais exuberantes que as dos bosques virgens desta América. Daqueles frutos sazonados do século do ouro espanhol ela criou o caráter hispano, robusto e viril, nobre e generoso, grave e valente até a temeridade; os sentimentos cavalheirescos daquela raça potente de heróis, sábios, santos e guerreiros, que nos parecem hoje legendários; daqueles corações indomáveis, daquelas vontades de ferro, daqueles aventureiros nobres e plebeus que, com pobres barcos de madeira, corriam a dobrar a terra e alargar o espaço, limitando esfericamente o Globo e…

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São Casimiro, príncipe polonês
Principe São Casimiro

São Casimiro, príncipe polonês

  “São Casimiro, príncipe polonês, nascido em 1458, foi o terceiro filho de Casimiro III, rei da Polônia e Isabel da Áustria, filha do imperador Alberto III. Seu preceptor foi João Dugloss, cônego da catedral e historiador da Polônia, homem cultíssimo e profundamente virtuoso e que exerceu benéfica influência sobre o jovem príncipe. Este, criança ainda, dedicou-se às práticas de mortificação e piedade. Usava um cilício sob seus trajes de corte e seu espírito era tão unido a Deus, que sua paz interior manifestava-se numa grande serenidade de rosto. Amava profundamente a Igreja e uma coisa se lhe tornava clara, a partir…

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Verdadeira fidalguia: humildade e grandeza

  Uma sociedade imoral ou amoral, que já não sente na consciência e já não demonstra nos actos a distinção entre o bem e o mal, que já não se horroriza com o espectáculo da corrupção, que a desculpa e que a ela se adapta com indiferença, que a acolhe com favor, que a pratica sem perturbação nem remorsos, que a ostenta sem rubor, que nela se degrada, que se ri da virtude, está no caminho da ruína.   A alta sociedade francesa do século XVIII foi, entre muitos outros, um trágico exemplo disso. Nunca uma sociedade foi mais refinada,…

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Um edifício para comemorar a Independência do Brasil

  Em 23 de novembro de 1884, a Princesa Isabel escrevia em seu diário: “O campo do Ipiranga é muito bonito e daí tem-se vista magnífica. Quando o belo monumento, de que o Betzi (sic!) me mostrou o plano, estiver pronto e daí houver um boulevard até o Brás, poderemos dizer que temos com que comemorar o fato da Independência de nosso país”.   (...)   A construção de um grandioso monumento que lembrasse às gerações futuras a proclamação da Independência, no mesmo lugar em que se tinha dado o histórico acontecimento, estava preocupando há muito não só os paulistas,…

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A Rosa de Ouro
A condecoração papal denominada Rosa de Ouro

A Rosa de Ouro

Agradecemos à Princesa Isabel o fato de ter nos proporcionado a libertação, merecendo por isto, do Papa Leão XIII, o prêmio da Rosa de Ouro que hoje se encontra no Acervo da Cúria Metropolitana do Rio de Janeiro, tendo-a a Cúria recebido das mãos do Príncipe Dom Pedro Henrique de Orleaens e Bragança, neto da Redentora. Convém lembrar que a distinção conferida por Sua Santidade, outorgava um fabuloso prestígio muito difícil de aquilatar em nossos dias. Para se ter uma pálida idéia, o Prêmio Nobel não é nem sombra do apoteótico prestígio que conferia a Rosa de Ouro naqueles idos…

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