A Família Imperial a caminho do exílio

  Martim Francisco de Andrada, quando D. Pedro II ainda era criança, vaticinou: — Há de ser um digno e útil cidadão. Quando, porém, o Brasil não precisar mais dele, levá-lo-á ao embarcadouro e o despedirá. Os bons hão de chorá-lo, e os maus hão de insultá-lo. Nos momentos angustiosos da partida para o exílio, D. Pedro II proferiu as seguintes palavras: — Pois se tudo está perdido, haja calma. Eu não tenho medo do infortúnio! Na sua viagem para o exílio, ao passar diante da última terra brasileira que veriam, os membros da Família Imperial decidiram enviar um pombo…

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