A carruagem

19/10/2014

 

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Em relação aos veículos modernos: progresso ou retrocesso?

Carruagem ou trono ambulante? Evidentemente, a foto é de uma carruagem, mas lembra um trono.

Tudo nela foi estudado em função do passageiro. Em primeiro lugar, considere-se a parte prática: as rodas e as molas para que, nas estradas daquele tempo, a carruagem se movimentasse sem solavancos.

Entretanto, além desse aspecto prático, houve a intenção de fazer bem ao passageiro e orná-la com formas elegantes. Notamos elegância, espírito prático e conforto!

Observem também os belos cristais luminosos para ornar as janelas. Estas, quando abertas, enchem de ar fresco este trono ambulante.

Pintada com lindos ornatos, percebemos pelos desenhos e pelas cores uma realidade toda de fantasia, que está magnificamente representada.

A carruagem é um verdadeiro escrínio, na qual viaja essa jóia da natureza que é a criatura humana. O homem é o rei do universo visível. Dir-se-ia que foi feita para realçar a imponência do cavalheiro e a frágil distinção da dama.

Imaginemos à frente quatro cavalos brancos e emplumados; um cocheiro sentado num banquinho; em pé dois lacaios com chapéus de três bicos e plumas; um corneteiro cavalgando junto ao cocheiro anuncia que aí viaja uma pessoa de alta estirpe. Tudo é belo, tudo presta homenagem ao homem, como o ser superior, mas submisso a Deus, infinitamente superior.

* * *

Agora, imaginemos outra cena: a carruagem pára; coloca-se junto à porta uma escadinha atapetada; uma senhora vai entrar; o trinco dourado da portinhola é aberto por palafreneiros; todos tiram os chapéus; seu esposo, ou irmão ou o pai, lhe dá a mão para subir; ela sobe ligeira e elegante.

Mas, por fim — para se apalpar a diferença com os carros modernos —, imaginemos que alguém perguntasse: “Senhora, que tal trocar sua carruagem por um veículo do século XX?”.

Que sensação teria ela? Estaria sendo proposto um progresso ou um retrocesso? O mundo de hoje, cada vez mais propenso a rebaixar o homem, considera a carruagem um retrocesso e o veículo moderno um progresso!

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Excertos da conferência proferida pelo Prof. Plinio Corrêa de Oliveira em 9 de agosto de 1986. Sem revisão do autor.

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Corea del Sur, catolicismo

Na Coreia do Sul, entre 1960 e 2010, a população passou de 23 para 48 milhões. Os católicos cresceram perto de 3% ao ano, perfazem 11% (5,5 milhões) da população, e podem chegar a 20% em 2020, noticiou o site www.chiesa.

Nesse período, os sacerdotes coreanos aumentaram de 250 para 5.000. Cada paróquia realiza anualmente entre 200 e 400 batismos de pessoas convertidas do budismo, a maioria nas cidades.

Em 2011 foram batizados 134.562 catecúmenos, incluindo mais de 100.000 adultos que repudiaram o budismo, acrescentou Catholic Culture.

A cada ano são ordenados entre 130 e 150 novos sacerdotes. Mais de dois terços dos religiosos têm menos de 40 anos.

“Nos últimos dez anos a Igreja Católica passou de três a cinco milhões de fiéis; em Seul (a capital) somos 14%”, disse o Cardeal Nicholas Cheong Jin-suk, Arcebispo de Seul.

A Igreja nasceu na Coréia a partir de alguns filósofos e diplomáticos da nobreza que se converteram em Pequim no século XVIII.

De retorno a sua pátria os aristocratas propagaram a Fé sem o auxílio de missionários.

Estes só chegaram em 1836, provenientes da França, e encontraram o terreno extraordinariamente bem preparado para a pregação do Evangelho.

Houve ferozes perseguições e muitos martírios, mas o exemplo dos nobres foi empolgante. Muitos deles foram elevados aos altares.

Ainda hoje as elites sociais coreanas têm um papel decisivo nas conversões ao catolicismo.

As associações e movimentos paroquiais imprimem ao Catolicismo um tom de distinção e conservadorismo que seria repudiado pelo progressismo do Ocidente.

O exemplo das elites tem grande efeito no povinho. Na paróquia operária de Kuro 3-Dong, na periferia de Seul, desde 1986 os batismos de adultos convertidos superam a cifra de 600 por ano.

 

(http://lumenrationis.blogspot.com/2012/06/impulso-da-nobreza-conversao-rende.html)

 

 

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519px-Benoit_XIV Papa Bento XIV

 

Carta do Papa Bento XIV de louvor à Ordem de Malta, por sua heroica defesa da Cristandade ameaçada pelas forças muçulmanas

“A Ordem Hierosolimitana tem um lugar de escol entre as Ordens militares que, com satisfação Nossa, sustentam a Religião Católica e a defendem corajosamente contra seus inimigos.
Para glória de Cristo, esta Ordem move o mais duro combate contra os muçulmanos, os piores entre os celerados. Com todas as suas forças, ela protege sem descanso as fronteiras da Cristandade contra as incursões deles. Para nela ser admitido como soldado, é preciso fazer prova de nobreza; mas também, a fim de poder combater mais facilmente e ser mais livre e mais apto para os trabalhos que se preveem, é necessário renunciar às facilidades da vida doméstica e fazer voto de castidade. Eis por que Nós, elevado pela graça de Deus à Sé suprema de São Pedro, desejando dar um testemunho da benevolência pontifícia a esta Ordem ilustre, que tanto mereceu já da Igreja e da Santa Sé, decidimos conceder-lhe importantes privilégios e socorrê-la em suas necessidades atuais”.

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(Da Carta Quoniam Inter de Bento XIV, de 17 de dezembro de 1743, dirigida à Ordem Militar Hospitalar de São Joao de Jerusalém, conhecida também como Ordem de Malta).

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Compatibilidade entre o ideal militar e o ideal cristão

August 24, 2014

Carta do Papa Bento XIV de louvor à Ordem de Malta, por sua heroica defesa da Cristandade ameaçada pelas forças muçulmanas “A Ordem Hierosolimitana tem um lugar de escol entre as Ordens militares que, com satisfação Nossa, sustentam a Religião Católica e a defendem corajosamente contra seus inimigos. Para glória de Cristo, esta Ordem move […]

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O nobre francês – Coragem, gentileza, distinção e beleza de gestos

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